quinta-feira, 5 de outubro de 2017

INTERNET E EDUCAÇÃO

UMA VISÃO GLOBAL SOBRE OS BENEFÍCIOS DESSA FERRAMENTA PARA O PROCESSO EDUCATIVO NA ESCOLA E NA SOCIEDADE MODERNA.

            De vaga lembranças para os mais velhos do sistema de comunicação rápida que as empresa dos Correios e telégrafos, usava para tentar levar uma notícia com maior rapidez para garantir uma boa ou má notícia para quem morava em comunidades longínquas, e que era motivo de alegria, receber um telegrama de um parente ou notícia nem tanto agradável, mas que tornava a pessoa importante ao receber tal envelope que continha um texto cifrado e que muitos conheciam sua tradução.                                    Importante também era a missão do telegrafista que usando um código ultramoderno para a tecnologia da época, tomava toda sua atenção para saber decifrar os bit’s. Mas, a população mundial crescia de maneira rápida e os modelos de comunicação não acompanhava uma demanda que satisfizesse em grau de qualidade e satisfação. Tudo tinha que ser mais rápido e dinâmico, mas faltava algo que servisse para todas as finalidades.                                                                                                   Os Governos mundiais e os diversos conflitos para atender a população que crescia e necessitava de garantias para poder produzir, vender e consumir produtos básicos e com isso ter a certeza que os conflitos mundiais de território não provocaria prejuízos numa sociedade de consumo, em busca de laços de afinidade numa aldeia globalizada que produzia cultura e ao mesmo tempo leva e traz informações importantes sobre mercado consumidor e novas oportunidades.                                                                  Com o advento das máquinas de computação, seria um pulo para alguém agregar valor ao computador que já chegava aos lares em máquinas cada vez mais portáteis.A interne t que foi concebida para ser um sistema de comunicação ultra secreta em países aliados e seus generais para facilitar decisões e estratégias militares.
À medida que os computadores pessoais foram diminuindo de tamanho e de preço, tornando-se acessível financeiramente à população, estava já, a meio caminho alguém facilitar ainda mais o uso dessa tecnologia em comunicação de massa, que aproximasse cada vez mais as pessoas e que as distâncias não seriam mais dificuldade para as comunidades mais distantes.                                                                                               O Computador necessitava de programas para facilitar sua operacionalização, além de ser somente uma calculadora moderna que fazia cálculos com rapidez e armazenava arquivos que ficavam guardados, não era possível enviar esses arquivos para outras pessoas.                                                                                                                     Alguém deve lembrar dos disquetes, discos de memória que armazenava os arquivos e poderiam chegar às mãos de outras pessoas. Ou, ser enviados por e-mail para amigos e empresas, tais arquivos que já começava a se expandir e mostrar que a internet detinha recursos inesgotáveis.          
            Em seguida, numa escala rápida, aonde muitos produtos começam a ser produzidos e ficavam obsoletos, como o CD de gravação de arquivos, depois os pen drives, que podiam armazenar um número maior de arquivos e podiam transportar para seu lugar de trabalho.                                                                                                                   Mas, com o estudo de pesquisadores que vislumbraram novas possibilidades para o uso da internet de maneira globalizada, tornaram os computadores cada vez menores e mais potentes, pois não necessitava de tantos componentes, já que na internet, o usuário consegue receber arquivos, vídeos, músicas, documentos em tempo real e depois apagar.                                                                                                                      As instituições militares foram as pioneiras e até o momento necessitam cada vez da internet e seus programas militares de defesas e de estratégias de ataque em defesa do seu território. Também as instituições financeiras com seus mercados de capital e em seguida, quem mais se beneficiou dessa capital social da internet foi a escola.                                                                                                                                  Que se reconheça “a escola”, aos países que elegeram a educação como prioridade nas políticas públicas de qualidade na educação tendo o foco na transformação de pessoas que teriam uma educação e melhor qualidade e formaria os futuros líderes e empresários que dariam a continuidade desses países que continuariam no topo da dominação cultural e das pesquisas para a melhoria de uma sociedade melhor.                                                                                                                                 Às pressões pelo uso dessa tecnologia que já chegava aos lares das crianças, pois, os pedidos pelos brinquedos dos filhos, mudavam de perfil. Mudava uma sociedade ou foram os brinquedos que mudaram as pessoas?                                              Toda criança, mesmo as de menor poder aquisitivo, já detém um equipamento que se utiliza da internet, ou para interação social, ou para joguinhos e para melhorar a cognição que deixava determinados professores, em déficit de conhecimento ou tentava se equiparar em manuseio dessas tecnologias, ou poderiam passar por ridículo, quando uma criança, consegue ensinar ao seu professor como se manipula um smartphone.            Daí vem uma indagação: seria para não humilhar o professor, que as direções escolares, proibiram que as crianças levasses seus smartphones, para não humilhar os mestre em educação que talvez, muitos, ainda não detenham uma conta de e-mail.                      Mas, o raciocínio lógico reconhece que o aparelho telefônico toma à atenção da criança, mesmo nos intervalos de aula.
            Então, alguns pesquisadores em educação perceberam que o uso da ferramenta digital em todas as nuances, como recurso didático seria muito bem vindo em sala de aula.                                                                                                                                         Para tanto, teria que capacitar os educadores que nunca presenciaram essas disciplinas em suas carreiras acadêmicas, e que muitos próximos da aposentadoria, teriam que voltar a estudar sobre tecnologias para, substituir, ou melhorar o uso do conteúdo didático em sala de aula.                                                                                         Como diz o ditado, “dito e feito”! A internet chegou como vanguarda de auxílio ao professor em sala de aula e tendo nos alunos como os maiores entusiastas para esse equipamento que muitos já dominam com maestria em seus lares.                                              A Internet, consegue transportar o aluno para algo bem próxima da realidade virtual, é dinâmico, é multi colorido que atrai à concentração da criança, consegue substituir o livro didático por determinado período, pois o conhecimento é algo que se fixa na memória de longo prazo, quando o aluno, interage com o conteúdo. Quando o objeto da aprendizagem, seja em qual for a disciplina, se a criança entende de onde, para onde, e de onde surgia determinada ideia para chegar ao entendimento do aluno.                        A comunicação entre o professor e o aluno, facilitou sua metodologia, pois a concentração é maior e busca entre os alunos, quem é o mais “antenado”. Essa competição é salutar e tende a melhorar a qualidade da educação.                                           Nesses tempos de bits e bytes, temos que mudar a célebre frase de Monteiro Lobato: “Um país se faz com homens e livros”. Que já poderíamos pensar que um país se faz com investimento em tecnologias e capacitação em educadores.  Sem esquecer que demais recursos também são importantes, como estrutura física das escolas, melhores salários e programa de alimentação escolar.                                                            Os índices educacionais avançaram, muitas crianças conseguem ampliar seus conhecimentos em seus lares e outros valores sociais começam a preocupar, pois essa fase da infância não está interagindo com o seu grupo escolar, com o brincar e jogar, atividades que estão se perdendo num curto espaço de tempo.
A natureza também agradece à evolução da internet, em todos os campos do conhecimento pois a redução do uso do papel, vai conservar a produção de celulose que não se renovava no mesmo ritmo que os milhões de papeis, trabalhos escolares e rascunhos, se perdiam após alguns rabiscos e além de prejudicar a natureza produz lixo que polui cada vez mais o meio ambiente.                                                                                  Sempre descrevendo as possibilidades infinitas do uso da internet principalmente no ambiente educativo, podemos escrever em poucas linhas uma das características que a internet, principalmente nos primeiros anos da educação, e nos anos escolares, será, a extinção, aos poucos do uso da caneta, ou lápis (já quase extinto). Os cadernos de caligrafia era item obrigatório na lista de material escolar e era cobrado como disciplina obrigatória e tarefa de casa para os pais poderem acompanhar seu desempenho e coordenação motora fina. Apesar de tudo isso, os médicos ainda detém os hieróglifos difícil de entendimento.                                                                       Com o advento do teclado, e a internet, os trabalhos escolares e as monografias de término de cursos acadêmicos, serão os vilão para que se torne objeto de colecionador o papel, a caneta esferográfica e o lápis número 2.                                      Sempre lembrando que os benefícios para essa geração de nerd e pessoas que constroem o próprio conhecimento, já coloca a escola, como item de questionamento como única instituição capaz de ensinar os filhos de famílias que abdicam de que um dos genitores, faça a função da escola, no lar.
Não sendo mais necessário a família se deslocar, para deixar a criança na escola, depois no mesmo trajeto, para buscar, despesas com planilhas de mensalidades que são absurdas e pela insegurança e falta de valores que se perderam como item de educação que a família passa a assumir como sendo função dos guardiões de um padrão de educação e a escola, ficou na restrita função e ensinar os conteúdos programáticos para a realização profissional do aluno.
A escola soube se adaptar muito rápido a todo esse processo, as famílias ainda estão tentando entender todo essa evolução, pois não vivenciaram essas tecnologias. Mas, a criança, o aluno, já sabe que sem a internet, não é mais possível viver. A escola agradece ao advento da internet e todas as possibilidades que ainda estarão por vir.  

 Referências Bibliográficas

MORAN, José Manuel. Como utilizar a Internet na Educação. Revista
Ciência da Informação. v. 26, n.2. p.146 -153. 1997.


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