UMA VISÃO GLOBAL
SOBRE OS BENEFÍCIOS DESSA FERRAMENTA PARA O PROCESSO EDUCATIVO NA ESCOLA E NA
SOCIEDADE MODERNA.
De vaga lembranças para
os mais velhos do sistema de comunicação rápida que as empresa dos Correios e
telégrafos, usava para tentar levar uma notícia com maior rapidez para garantir
uma boa ou má notícia para quem morava em comunidades longínquas, e que era
motivo de alegria, receber um telegrama de um parente ou notícia nem tanto
agradável, mas que tornava a pessoa importante ao receber tal envelope que
continha um texto cifrado e que muitos conheciam sua tradução. Importante
também era a missão do telegrafista que usando um código ultramoderno para a
tecnologia da época, tomava toda sua atenção para saber decifrar os bit’s. Mas,
a população mundial crescia de maneira rápida e os modelos de comunicação não
acompanhava uma demanda que satisfizesse em grau de qualidade e satisfação. Tudo
tinha que ser mais rápido e dinâmico, mas faltava algo que servisse para todas
as finalidades. Os
Governos mundiais e os diversos conflitos para atender a população que crescia
e necessitava de garantias para poder produzir, vender e consumir produtos
básicos e com isso ter a certeza que os conflitos mundiais de território não
provocaria prejuízos numa sociedade de consumo, em busca de laços de afinidade
numa aldeia globalizada que produzia cultura e ao mesmo tempo leva e traz
informações importantes sobre mercado consumidor e novas oportunidades. Com o advento das máquinas de
computação, seria um pulo para alguém agregar valor ao computador que já
chegava aos lares em máquinas cada vez mais portáteis.A
interne t que foi concebida para ser um sistema de comunicação ultra secreta em
países aliados e seus generais para facilitar decisões e estratégias militares.
À medida que os computadores pessoais
foram diminuindo de tamanho e de preço, tornando-se acessível financeiramente à
população, estava já, a meio caminho alguém facilitar ainda mais o uso dessa
tecnologia em comunicação de massa, que aproximasse cada vez mais as pessoas e
que as distâncias não seriam mais dificuldade para as comunidades mais
distantes. O
Computador necessitava de programas para facilitar sua operacionalização, além
de ser somente uma calculadora moderna que fazia cálculos com rapidez e
armazenava arquivos que ficavam guardados, não era possível enviar esses
arquivos para outras pessoas. Alguém
deve lembrar dos disquetes, discos de memória que armazenava os arquivos e
poderiam chegar às mãos de outras pessoas. Ou, ser enviados por e-mail para
amigos e empresas, tais arquivos que já começava a se expandir e mostrar que a
internet detinha recursos inesgotáveis.
Em seguida, numa escala rápida,
aonde muitos produtos começam a ser produzidos e ficavam obsoletos, como o CD
de gravação de arquivos, depois os pen drives, que podiam armazenar um número
maior de arquivos e podiam transportar para seu lugar de trabalho. Mas, com o estudo de pesquisadores
que vislumbraram novas possibilidades para o uso da internet de maneira
globalizada, tornaram os computadores cada vez menores e mais potentes, pois
não necessitava de tantos componentes, já que na internet, o usuário consegue
receber arquivos, vídeos, músicas, documentos em tempo real e depois apagar. As
instituições militares foram as pioneiras e até o momento necessitam cada vez
da internet e seus programas militares de defesas e de estratégias de ataque em
defesa do seu território. Também as instituições financeiras com seus mercados
de capital e em seguida, quem mais se beneficiou dessa capital social da
internet foi a escola. Que
se reconheça “a escola”, aos países que elegeram a educação como prioridade nas
políticas públicas de qualidade na educação tendo o foco na transformação de
pessoas que teriam uma educação e melhor qualidade e formaria os futuros
líderes e empresários que dariam a continuidade desses países que continuariam
no topo da dominação cultural e das pesquisas para a melhoria de uma sociedade
melhor. Às
pressões pelo uso dessa tecnologia que já chegava aos lares das crianças, pois,
os pedidos pelos brinquedos dos filhos, mudavam de perfil. Mudava uma sociedade
ou foram os brinquedos que mudaram as pessoas? Toda
criança, mesmo as de menor poder aquisitivo, já detém um equipamento que se
utiliza da internet, ou para interação social, ou para joguinhos e para
melhorar a cognição que deixava determinados professores, em déficit de
conhecimento ou tentava se equiparar em manuseio dessas tecnologias, ou
poderiam passar por ridículo, quando uma criança, consegue ensinar ao seu
professor como se manipula um smartphone. Daí
vem uma indagação: seria para não humilhar o professor, que as direções
escolares, proibiram que as crianças levasses seus smartphones, para não
humilhar os mestre em educação que talvez, muitos, ainda não detenham uma conta
de e-mail. Mas, o
raciocínio lógico reconhece que o aparelho telefônico toma à atenção da
criança, mesmo nos intervalos de aula.
Então, alguns pesquisadores em
educação perceberam que o uso da ferramenta digital em todas as nuances, como
recurso didático seria muito bem vindo em sala de aula. Para
tanto, teria que capacitar os educadores que nunca presenciaram essas
disciplinas em suas carreiras acadêmicas, e que muitos próximos da
aposentadoria, teriam que voltar a estudar sobre tecnologias para, substituir,
ou melhorar o uso do conteúdo didático em sala de aula. Como diz o ditado,
“dito e feito”! A internet chegou como vanguarda de auxílio ao professor em
sala de aula e tendo nos alunos como os maiores entusiastas para esse
equipamento que muitos já dominam com maestria em seus lares. A
Internet, consegue transportar o aluno para algo bem próxima da realidade
virtual, é dinâmico, é multi colorido que atrai à concentração da criança,
consegue substituir o livro didático por determinado período, pois o
conhecimento é algo que se fixa na memória de longo prazo, quando o aluno,
interage com o conteúdo. Quando o objeto da aprendizagem, seja em qual for a
disciplina, se a criança entende de onde, para onde, e de onde surgia
determinada ideia para chegar ao entendimento do aluno. A comunicação entre o professor e o aluno,
facilitou sua metodologia, pois a concentração é maior e busca entre os alunos,
quem é o mais “antenado”. Essa competição é salutar e tende a melhorar a
qualidade da educação. Nesses
tempos de bits e bytes, temos que mudar a célebre frase de Monteiro Lobato: “Um
país se faz com homens e livros”. Que já poderíamos pensar que um país se faz
com investimento em tecnologias e capacitação em educadores. Sem esquecer que demais recursos também são
importantes, como estrutura física das escolas, melhores salários e programa de
alimentação escolar. Os índices educacionais avançaram,
muitas crianças conseguem ampliar seus conhecimentos em seus lares e outros
valores sociais começam a preocupar, pois essa fase da infância não está
interagindo com o seu grupo escolar, com o brincar e jogar, atividades que
estão se perdendo num curto espaço de tempo.
A natureza também agradece à evolução da
internet, em todos os campos do conhecimento pois a redução do uso do papel,
vai conservar a produção de celulose que não se renovava no mesmo ritmo que os
milhões de papeis, trabalhos escolares e rascunhos, se perdiam após alguns rabiscos
e além de prejudicar a natureza produz lixo que polui cada vez mais o meio
ambiente. Sempre
descrevendo as possibilidades infinitas do uso da internet principalmente no
ambiente educativo, podemos escrever em poucas linhas uma das características
que a internet, principalmente nos primeiros anos da educação, e nos anos escolares,
será, a extinção, aos poucos do uso da caneta, ou lápis (já quase extinto). Os cadernos de caligrafia era item obrigatório
na lista de material escolar e era cobrado como disciplina obrigatória e tarefa
de casa para os pais poderem acompanhar seu desempenho e coordenação motora
fina. Apesar de tudo isso, os médicos ainda detém os hieróglifos difícil de
entendimento. Com
o advento do teclado, e a internet, os trabalhos escolares e as monografias de
término de cursos acadêmicos, serão os vilão para que se torne objeto de
colecionador o papel, a caneta esferográfica e o lápis número 2. Sempre
lembrando que os benefícios para essa geração de nerd e pessoas que constroem o
próprio conhecimento, já coloca a escola, como item de questionamento como
única instituição capaz de ensinar os filhos de famílias que abdicam de que um
dos genitores, faça a função da escola, no lar.
Não sendo mais necessário a família se
deslocar, para deixar a criança na escola, depois no mesmo trajeto, para
buscar, despesas com planilhas de mensalidades que são absurdas e pela
insegurança e falta de valores que se perderam como item de educação que a
família passa a assumir como sendo função dos guardiões de um padrão de
educação e a escola, ficou na restrita função e ensinar os conteúdos
programáticos para a realização profissional do aluno.
A escola soube se adaptar muito rápido a
todo esse processo, as famílias ainda estão tentando entender todo essa
evolução, pois não vivenciaram essas tecnologias. Mas, a criança, o aluno, já
sabe que sem a internet, não é mais possível viver. A escola agradece ao
advento da internet e todas as possibilidades que ainda estarão por vir.
Referências Bibliográficas
MORAN,
José Manuel. Como utilizar a Internet na Educação. Revista
Ciência
da Informação. v. 26, n.2. p.146 -153. 1997.
Nenhum comentário:
Postar um comentário